Arquivo de janeiro, 2011

O parceiro do dia é o blog Changeling Tales, o blog é da minha amiga Joana, ele conta com posts em inglês e em português, é um blog sobre o livro dela, abaixo segue o link da pagina inicial do blog falando melhor sobre ele.

O que é que se esconde nas sombras que os humanos de todo o mundo tanto temem? Muitos dizem que é o desconhecido, mas será que é mesmo? Você pode provar que as criaturas que vivem principalmente em nossos sonhos mais escuros não existem? Eu não posso. Na verdade, prefiro acreditar que eles existem, pois isso talvez signifique que todas as criaturas de luz também existem.

Aly é uma garota normal, ou tão normal quanto ela possa ser e, como qualquer pessoa viva, é suscetível a erros, e um deles a leva a descobrir que o que pensa que é apenas sua imaginação não é exatamente isso.

Primeiro, ela cai em um túnel escuro de sua consciência e realidade, incapaz de distinguir o que é real ou não aos olhos de quase todos ao seu redor. Quase todos.

Seu tio finalmente a encontra, e assim começa a ajudá-la a entender o que está acontecendo, uma vez que ele é agora a única pessoa que sabe como ela se sente e é realmente capaz de se relacionar com ela.

A partir daí, eles viajam através de muitos perigos para encontrar sua “alma”, seu tudo.

Este blog é um livro de contos sobre uma menina que encontra novas e estranhas criaturas que muitas pessoas nunca ouviram falar. Junto com a personagem você vai descobrir o que são e o que eles são capazes de fazer.

Mas não se preocupe, este não vai ser mais um livro de vampiro e/ou lobisomem. Eu mostrarei uma perspectiva completamente diferente sobre seres sobrenaturais. Sinta-se à vontade para comentar sobre os capítulos ou entrar em contato comigo a qualquer momento caso queira saber mais sobre o assunto.

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Eu li esse texto já faz bastante tempo e confesso que morri de rir na época, eu so não sabia que era do Luis Fernando Veríssimo, eu então hoje fui fazer um trabalho do teatro sobre ele e acabei achando o texto, muito bom, vale a pena ler.

Conversa entre pai e filho, por volta do ano de 2031 sobre como as mulheres dominaram o mundo.
– Foi assim que tudo aconteceu, meu filho…
Elas planejaram o negócio discretamente, para que não notássemos Primeiro elas pediram igualdade entre os sexos. Os homens, bobos, nem deram muita bola para isso na ocasião. Parecia brincadeira.
Pouco a pouco, elas conquistaram cargos estratégicos: Diretoras de Orçamento, Empresárias, Chefes de Gabinete, Gerentes disso ou daquilo.
– E aí, papai?
– Ah, os homens foram muito ingênuos. Enquanto elas conversavam ao telefone durante horas a fio, eles pensavam que o assunto fosse telenovela. Triste engano. De fato, era a rebelião se expandindo nos inocentes intervalos comerciais. “Oi querida!”, por exemplo, era a senha que identificava as líderes. “Celulite”, eram as células que formavam a organização. Quando queriam se referir aos maridos, diziam “O regime”.
– E vocês? Não perceberam nada?
– Ficávamos jogando futebol no clube, despreocupados. E o que é pior:
Continuávamos a ajudá-las quando pediam. Carregar malas no aeroporto, consertar torneiras, abrir potes de azeitona, ceder a vez nos naufrágios. Essas coisas de homem.
– Aí, veio o golpe mundial?!?
– Sim o golpe. O estopim foi o episódio Hillary-Mônica. Uma farsa. Tudo armado para desmoralizar o homem mais poderoso do mundo. Pegaram-no pelo ponto fraco, coitado. Já lhe contei, né? A esposa e a amante, que na TV posavam de rivais eram, no fundo, cúmplices de uma trama diabólica. Pobre Presidente…
– Como era mesmo o nome dele?
– William, acho. Tinha um apelido, mas esqueci… Desculpe, filho, já faz tanto tempo…
– Tudo bem, papai. Não tem importância. Continue…
– Naquela manhã a Casa Branca apareceu pintada de cor-de-rosa. Era o sinal que as mulheres do mundo inteiro aguardavam. A rebelião tinha sido vitoriosa! Então elas assumiram o poder em todo o planeta. Aquela torre do relógio em Londres chamava-se Big-Ben, e não Big-Betty, como agora… Só os homens disputavam a Copa do Mundo, sabia? Dia de desfile de moda não era feriado. Essa Secretária Geral da ONU era uma simples cantora. Depois trocou o nome, de Madonna para Mandona…
– Pai, conta mais…
– Bem filho… O resto você já sabe.
Instituíram o Robô “Troca-Pneu” como equipamento obrigatório de todos os carros…
A Lei do Já-Prá-Casa, proibindo os homens de tomar cerveja depois do trabalho…
E, é claro, a famigerada semana da TPM, uma vez por mês…
– TPM???
– Sim, TPM… A Temporada Provável de Mísseis… E quando elas ficam irritadíssimas e o mundo corre perigo de confronto nuclear…
– Sinto um frio na barriga só de pensar, pai…
– Sssshhh! Escutei barulho de carro chegando. Disfarça e continua picando essas batatas…

Estive meio ausente essa semana mas é que estava pegando duro no trabalho, na verdade eu to a semanas pegando pesado no trabalho e isso me ocasionou um inicio de tendinite, sério, dá para perceber o tendão inchado, mas como não quero ficar em casa de gesso, eu não fui ao médico, para melhor to evitando digitar muito fora do trabalho.

Desculpas dadas agora vamos a um texto que eu vi a muito tempo e que fala sobre como se inicia um paradigma, acho bem legal todos nós refletirmos sobre isso.

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos dentro de uma jaula. No centro da jaula, uma escada e sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o enchiam de pancadas.

Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez, foi subir a escada, sendo rapidamente retirado pelos outros e espancado. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não procurava mais subir a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu. Tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato.

Um terceiro foi trocado e repetiu-se o fato. Um quarto, e finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Novamente, os cientistas ficaram com um grupo de cinco macacos, que mesmo, nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar nas bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles, porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui”.

Para que uma vez ou outra, questionem-se, por que algumas coisas continuam exatamente como sempre foram.

“Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa.”
… pense nisso.

Essa é uma nova coluna do blog, toda segunda irei publicar um post de um dos meus parceiros, para vocês conhecerem mais sobre eles, o blog de hoje foi o Silent Devotion, da minha amiga Cyn, ele basicamente é sobre o universo feminino. Então girls, já sabem onde devem ir para tirar aquelas dúvidas.

O post abaixo é de 12 de Agosto de 2008, quando a Cyn resolveu dar novos rumos ao blog dela, para quem quiser verificar o post no próprio blog, é só clicar aqui

Depois de um longo bloqueio criativo precedido por uma crise de identidade bloguistica, começo a encontrar o rumo a seguir neste blog ainda perdido no mundo blogosférico.

O ultimo post escrito por mim, me deixou muito satisfeita pois teve uma repercussão melhor do que a esperada. Recebi comentários consistentes, fiz com que pessoas pensassem, e outras se sentissem melhor com elas mesmas. E isso não tem preço. E eu que achava que por ser um texto longo, ninguém fosse ler. Estou feliz com isso. E devo agradecer à Tine Araujo per ter indicado meu post no Twitter e por causa disto, meu texto foi citado por Lu Monte no blog do Luluzinha Camp.

Lendo o texto de Lu Monte e de outras colunistas que escrevem no blog do evento que vai ocorrer no próximo dia 23 de agosto no espaço Gafanhoto em São Paulo, pude conhecer alguns ótimos textos e blogs tendo as mulheres como público-alvo principal.

Com isso, percebi um grande erro meu ao lembrar que, quando soube do Luluzinha Camp, um encontro somente para mulheres, torci o nariz achando que seria algo fútil e superficial, quando, na verdade, nos mulheres estamos longe de sermos fúteis e superficiais. Somos lindas, inteligentes, profundas e misteriosas, cada uma à sua maneira. Muito embora alguns de nossos exemplares prefiram não usar o cérebro que possuem e outras prefiram esquecer a sua própria beleza e feminilidade, deixando que padrões impostos pela sociedade destruam suas auto-estimas (mas estes são assuntos que serão tratados posteriormente).

Todos esses fatores me levaram a tomar uma decisão por muito tempo adiada. Silent Devotion vai passar por uma reestruturação de seu conteúdo. Este, não é um blog de humor, apesar de ser muito agradável pra mim a idéia de fazer as pessoas rirem. Nem tampouco um blog de fofoca de celebridades, já que esse tipo de informação não nos acrescenta em nada. Não é um blog de variedades e noticias, pois já temos na blogosfera gente competente que faz esse trabalho muito bem.

O Silent Devotion é essencialmente um blog feminino. Tem visual feminino e ao mesmo tempo forte. Feito com carinho por uma mulher que já viu muitas coisas e enfrenta ainda suas inseguranças (porque mulher que é mulher nunca esta satisfeita consigo mesma). Com o obvio se revelando diante de mim, preciso anunciar que daqui por diante o Silent Devotion vai tratar de assuntos femininos. Sem perder o bom humor, afinal de contas não da pra levar a vida tão a sério, não sairemos vivos dela mesmo.

E quanto aos homens, não se sintam intimidados, quem sabe, aqui, aprendam a entender um pouco mais sobre essas criaturas tão misteriosas e diferentes de vocês (mas nada de piadinhas de mau-gosto por favor:)).

Eu sou uma pessoa que não gosto muito de sair, sério. Eu não sou fanática por sair, às vezes saio com os amigos, mas eu tenho uma paixão pela minha casa, uma paixão maior ainda pelo meu computador, eu amo ficar na internet, na internet existe um mundo de jogos, informações e diversão. Eu tenho muitos amigos que não são do meu estado e que o meu contato diário só é possível pela internet.

Além de que ficar em casa eu gasto menos, pois eu não gasto dinheiro com maquiagem, roupas legais e quando estou em casa, mesmo que seja acordada pelo mesmo periodo que eu ficaria na balada, eu não tenho necessidade de consumir tanto alcool, logo economizo dinheiro com bebidas e remedios para a ressaca no dia seguinte, ou seja, ficar em casa sai mais barato.

Agora eu não entendo de verdade o problema que as pessoas vêem nisso, falam que eu sou anti-social por ficar na internet, mas foi na internet que eu tive a oportunidade de conhecer o pessoal de SP, que foi para onde viajei nas ultimas férias, inclusive fiquei na casa da Lee que é uma pessoa que eu conheci apenas na internet, foi graças a amigos que conheci na internet que ganhei o meu primeiro emprego de carteira assinada e o primeiro de carteira não assinada também.

Nos meus momentos de tristezas e desespero, eu posso contar com meus amigos que conheci na internet, eles sempre estão prontos para me me falar palavras consoladoras, me puxar a orelha quando eu preciso e mostrar o meu valor. Eu sei que fico sem aquele abraço apertado, mas abraço eu posso ter do meu sobrinho e da minha mãe, a amizade que eles me fornecem é muito superior que um abraço.

Uma das amigas que eu tenho contato ao vivo, por ser do RJ, eu conheci graças a internet, essa amiga, a Joana, ela sempre aparece magicamente, mesmo sem eu falar nada às vezes para me chamar para sair e beber que é tudo o que eu preciso naquele momento. Ela esteve do meu lado nas duas vezes que devido a decepções amorosas eu fiquei mal. Se não fosse pela internet, acho que não a teria conhecido.

Então já fica comprovado que eu não sou anti-social, o fato de eu não ver meus amigos todos os dias não quer dizer que eu não os tenha, muito pelo contrario, algumas vezes quando estava muito animada ou triste eu mandava SMS para eles, minha caixa de SMS dos dois chips já encheram diversas vezes.

Agora vem o outro ponto, quando eu vou para uma boate ou algo assim, que eu passo a noite toda na rua, que eu estou longe de casa, minha mãe não faz ideia do que estou fazendo, onde eu estou bebendo e posso estar correndo perigo, está tudo bem, mas se eu estou na sala no meu computador, na internet… Eu não posso passar a noite toda acordada, porque logo ela vem falar para eu dormir… Sério, eu não entendo.

As pessoas também torcem o nariz quando eu falo que passei a noite na internet, mas quando eu falo que passei a noite na balada bebendo tudo, é normal, isso pode… Porque passar a noite em um lugar cheio de gente bebada, sendo você um deles, com musica alta. Onde você pode vir a ter problemas nos rins, ficar surdo pelo barulho e se desitradar é mais socialmente aceito do que passar a noite acordado na internet, onde o máximo que vai acontecer é você ter problemas e ter que usar um óculos?

Eu não torro o saco de quem vai para baile funk no final de semana, ou para quem vai à praia. Se a pessoa aproveita o feriado pronlongado para se torrar na praia, onde pode vir a ter um cancer de pele, todos acham normal, agora se eu aproveito o meu feriado pronlogado para acessar blogs, jogar meu RPG pela internet e conversar com meus amigos no MSN, isso não é socialmente aceito, eu sou condenada… Eu quero saber onde está o decreto que fala que praia e balada é mais legal do internet.

A maioria das pessoas quando vão para praia ficam tão torradas que não conseguem quase usar roupas depois de tão sapecada, para dizer a verdade, com o sol que está no RJ, se eu passar 20 minutos na praia assim, eu vou ter que ser levada para o hospital depois, pois terei severas queimaduras de 2º grau. Então elas aproveitam para depois não poder fazer nada. A pessoa que vai para a balada, na maioria das vezes bebe tanto que não se lembra do que fez no dia seguinte e quando se lembra, na maioria das vezes se arrepende do que fez. Eu na internet eu me lembro no dia seguinte do que fiz, não tenho nenhum tipo de problema no dia seguinte. Me divirto igualmente como me divertiria numa balada onde por exemplo estivesse tocando um tipo de musica que eu não gostasse.

Então se você é um dos que julgam os outros que preferem ficar em casa, no ar condicionado, com roupas confortaveis e frescas, na internet do que ir para uma praia cheia de gente, ficar sujo daquela areia imunda, se torrando no sol, ou ir para a balada cheia de gente também, mas bebada onde você sente um calor insuportavel… Você é um idiota, o seu gosto não determina a verdade absoluta, você gosta de ficar se torrando no sol? Mas nem todos gostam… Você gosta de beber e dançar em lugares fechados cheio de gente? Mas nem todos gostam… Você gosta de ficar na internet? Mas nem todos gostam.

Então vamos parar com isso de que fulaninho é mais legal do que ciclaninho porque fulaninho conhece todas as baladas da cidade enquanto ciclaninho conhece todos os melhores blogs. Só porque ser um cara da night é mais socialmente aceito do que ser um nerd. A pessoa vai muito alem de seus gostos, o carinha da balada pode ser muito bem o cara que não vai saber o que fazer quando você está triste e o nerd da internet é exatamente o que vai te oferecer o ombro amigo no dia que você quer apenas chorar. O nerd da internet por fazer o que gosta sem se importar com rótulos pode ser muito mais feliz e se divertir muito mais que o playboy que frenquenta as baladas só para parecer um cara descolado.

Bem galera, eu sei que andei meio sumida essa semana, mas é que Janeiro é um mês complicado para mim, pois toda a minha familia se uniu para nascer em Janeiro, além de alguns amigos, então já viram né? Festa quase todos os dias… Só para vocês verem como não estou exagerando, só do pessoal da minha casa, temos os seguintes aniversários no mês de Janeiro:

11 – Minha irmã
19 – Meu sobrinho
26 – Minha mãe
29 – Meu pai

Eu sou a única ovelha negra da familia que nasceu em Novembro, então como viram, o mês de janeiro para mim é complicado, porque quando eu termino as comemorações de um aniversário, tem outro aniversário… Como eu disse, isso apenas na familia.

Essa semana foi aniversário do meu sobrinho, não foi feita festa, no lugar da festa a gente foi se divertir em outro lugar, ele resolveu ir para o Norte Shopping, pois lá possui uma pista de patinação no gelo e ele patinou uma vez nessa pista e gostou, resolvemos ir para lá então.

Eu, que NUNCA havia patinado no gelo, resolvi pagar mico indo patinar também, imaginando que nos 10 primeiros minutos de patinação iria ter que recolher os meus pedaços espalhados pela pista e ir para o hospital para tentarem me juntar, tipo um quebra cabeça saca? É sério, motivo disso é que eu sou totalmente desastrada e sem um pingo de equilibrio, mas sou corajosa, afinal, qualquer um com essas caracteristicas não teria coragem nem de se aproximar da pista.

O mais divertido é o termo de responsabilidade que lhe é entrego apenas depois que você paga, porque assim você paga, recebe alguns tickets e então vai para uma área onde o pessoal vai colocar o equipamento de segurança em você, mas antes de você entrar você tem que assinar um termo de responsabilidade onde você tira “toda e qualquer responsabilidade do shopping por qualquer acidente que venha ocorrer, sabendo que evetuais contusões podem ocorrer mesmo utilizando o equipamento de segurança” esse foi o meu momento Fuuuuuuu, porque eu meio que atraio esse tipo de acidente, imaginei que o equipamento de segurança iria me proteger, mas se não protege ele é apenas o que? Enfeite? Daí eu me lembrei dos acidentes mais ridiculos que eu tive, como a vez que quebrei meu pé andando, quebrei meu dedo batendo no banco do ônibus, ou da vez que os copos do armário resolveram me atacar, eu abri a porta do armário de copos e todos eles pularam em cima de mim em um ataque suicida.

Eu na hora imaginei que a lamina, sei la o nome daquilo, do patins de alguem iria sair e voar na minha cara, algo assim, do tamanho que é a minha sorte… Sim, eu sou dramática, mas mesmo assim eu assinei o termo de compromisso e entrei, daí veio uma equipe de montagem colocar o patins e o equipamento de segurança… Sim, era uma equipe de montagem, pois cada um era responsavel por uma parte do equipamento e eles nos vestiam em serie O.o

Sério, era até engraçado de se ver, você ficava ali parado e eles começavam, um por vez a colocar joelheiras, cotoveleiras, uma nos dava luvas de plasticos descartaveis para colocar antes de colocar as luvas de verdade, o capacete e o patins. Eu me senti um carro de fabrica sendo montado, daí chegou a hora da verdade, a hora de patinar no gelo. Talvez fosse pela minha cara de pânico, ou por eu ter falado com o meu sobrinho e o amiguinho dele “Preparados para cair?” na hora que entramos um cara veio me perguntar se eu sabia patinar, assim que eu dei minha resposta negativa ele chamou um dos monitores para ajudar, mas o monitor pensou que a ajuda era para o meu sobrinho, então eu fui boazinha e deixei o monitor com o meu sobrinho.

Me segurando nas grades ao redor eu comecei a me impulsionar para a frente e pronto, eu estava começando a patinar, eu reparei que não era tão dificil patinar, não para quem já patinou, o gelo apenas deixava mais escorregadio e mais dificil de parar, então eu comecei aos poucos a ir me soltando da grande e pronto, eu estava patinando sem me segurar na grade, daí eu fui toda feliz mostrar para a minha mãe que eu estava patinando sem as mãos, quando eu passo por uma garotinha de sei lá, uns 8 anos de idade que fazia essa coisa de dança no gelo e estava andando de costas com um pé só, segurando o outro pé… O fato de eu patinar no gelo sem usar as mãos não me deixou muito feliz comigo mesma mais…

Meu sobrinho e o amigo dele que foi engraçado, eles passavam mais tempo caindo do que patinando, para tentarem cair menos eles resolveram dar as mãos e patinar juntos, o que só fez os dois cairem mais, pois quando um caia, o outro caia junto.

Em relação a tombos eu fiquei realmente feliz com os meus, eu só cai 3 vezes, uma delas minha irmã filmou, o que foi o tombo mais lindo na minha opinião, pois eu dei um duplo mortal para trás capado…. Tá, eu nunca faria isso, mas que parecia que foi isso pareceu, os outros 2, um foi logo no final porque a pista já não estava boa e meus patins estava solto… Ah o fato de eu ser um desastre também ajudou, nesse eu lindamente mergulhei… Sabe como é, estava calor… O outro esse realmente não foi culpa minha… Eu estava patinando linda e bela quando uma garota decide parar na minha frente, eu ainda não tinha aprendido a freiar e em um movimento heroico eu empurrei a garota para o lado e cai no chão sozinha.

O tempo de 1h acabou e eu não via a hora, não porque é chato ou algo assim, muito pelo contrario, o problema é que o patins é altamente desconfortavel, sério foi eu tirar o patins para ter que ficar parada por cerca de uns 10 minutos para voltar a sentir o meu pé, que a propósito, fez um calinho, além disso eu nunca iria perceber como patinar no gelo nos faz suar, eu não sou uma pessoa de suar muito, mas na hora que tirei o capacete, a minha cabeça escorria suor, eu ate fiquei preocupada quando senti o suor escorrer, porque de inicio eu não sabia que era suor e como minha cabeça estava doendo a dramática mor aqui já pensou que eu tinha machucado a cabeça de alguma forma.

Mas no fim foi uma experiência interessante, agora eu agradeço aos tombos que levei quando criança, quando eu aprendi a patinar, pois isso me fez não pagar mico depois de velha, eu me diverti com o meu sobrinho, levei apenas 3 tombos e sai de lá apenas com um calo no pé.

Todos sabem os desastres que as chuvas causaram na região serrana do Rio de Janeiro, infelizmente muitas vidas foram perdidas, mas tem gente que sobreviveu e não tem mais nada, eles estão até com falta de água, então já passou da hora de cada um ajudar da forma que puder, vamos mostrar que somos um povo solidário, afinal isso poderia ter acontecido com qualquer um de nós.

Eu pensei em fazer uma postagem sobre o que aconteceu, mas achei desnecessário, afinal todos sabem o que aconteceu. Está na televisão mostrando o tempo todo a dor das pessoas que estão lá e o desespero de que a chuva volte a acontecer, realmente é algo triste e desolador, então que tiver um tempinho por favor ajude.

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